segunda-feira, 13 de abril de 2015

CONVERSANDO COM O PINDARÉ: PROJETO DE LEI 4330 SOBRE A TERCEIRIZAÇÃO


COLUNA CONVERSANDO COM O PINDARÉ
Por Marcus Salgado

Está no centro dos debates atualmente no Brasil, o Projeto de Lei 4330 que trata da Terceirização. 
Considero um retrocesso sem precedentes aos direitos históricos conseguidos pelos trabalhadores brasileiros Essa é a minha humilde opinião tupiniquim como economista sobre o Projeto de Lei 4330 que trata da Terceirização. Com certeza Irá representar a precarização do trabalho. Verificaremos como nunca o sucateamento do trabalho assalariado e a maximização dos lucros dos empresários. Posiciono-me radicalmente contra essa proposta , pois ela aumentará os lucros, piorará as condições dos trabalhadores, É uma proposta, claramente, contra os direitos dos trabalhadores. O projeto de lei 4330 traz uma ameaça séria ao emprego e aos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários de milhões de brasileiros. Reporta-se a questão da terceirização do trabalho e cujo texto permite a ampliação das hipóteses de terceirização para todos os segmentos econômicos, públicos e privados, e para todas as atividades das empresas e órgãos públicos, tornado regra o que até agora é exceção no ordenamento jurídico brasileiro. A terceirização permite que um empregador, público ou privado, beneficie-se do labor de empregados que não possuem vínculo empregatício formal com ele, mas com uma empresa fornecedora de mão-de-obra. Há situações específicas em que ela é permitida no Brasil: na contratação de trabalhadores por empresa de trabalho temporário, na contratação de trabalhadores que prestam serviços de vigilância, conservação e limpeza, e, finalmente, na contratação de trabalhadores que prestam serviços nas chamadas atividades-meio da empresa, e não nas atividades-fim. Atividade-fim de uma empresa é aquela diretamente ligada ao objeto social da mesma, e atividade-meio, a que auxilia a consecução deste objeto social. Assim, por exemplo, uma escola particular, cujo objetivo e fonte de lucro inerente é a prestação de ensino, não pode contratar professores terceirizados, mas pode fazê-lo em relação aos vigias, faxineiros, secretários, etc. O PL 4330 permitirá que o empregador utilize o labor terceirizado em todas as atividades da empresa. No exemplo acima, uma escola poderia dispor não só de vigias, faxineiros e secretários terceirizados, mas também dos próprios professores, caso julgasse conveniente. E boa parte dos empresários julga a terceirização conveniente. Afinal, segundo dados do DIEESE, a média salarial dos trabalhadores terceirizados no Brasil é 27,1% inferior à dos trabalhadores com vínculo direto de emprego, sua jornada semanal de trabalho possui 3 horas a mais que a dos trabalhadores diretos, sua permanência no emprego é de 2,6 anos, enquanto a dos trabalhadores diretos é de 5,8 anos e o dado mais perverso de todos: de cada 10 acidentes do trabalho no Brasil 8 ocorrem com funcionários terceirizados. Não é difícil, portanto, prever o que acontecerá no mercado de trabalho brasileiro se a terceirização for amplamente liberada. É de tal monta a gravidade da ameaça que o próprio Tribunal Superior do Trabalho enviou um ofício ao presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, assinado por 19 dos 27 ministros da casa, que afirma, entre outras coisas que o PL 4330, “ao permitir a generalização da terceirização para toda a sociedade e a economia certamente provocará gravíssima lesão social de direitos sociais trabalhistas e previdenciários no País, com a potencialidade de provocar a migração massiva de milhões de trabalhadores hoje enquadrados como trabalhadores efetivos da empresas e instituições tomadoras de serviços em direção a um novo enquadramento, como trabalhadores terceirizados, deflagrando impressionante redução de valores, direitos e garantias trabalhistas e sociais”. Os que defendem o projeto lembram que há, no país, um vácuo normativo em relação a algo que é uma realidade econômica e social, sendo necessária, portanto, sua regulação. O vácuo normativo existe. A questão crucial da terceirização nas atividades-meio das empresas e instituições não é, em última instância, definida por lei, mas por uma súmula do TST que veda a terceirização nas atividades-fim – súmulas são orientações jurisprudenciais, que, no nosso ordenamento jurídico, não são impositivas, mas sinalizam que se o caso for submetido ao Judiciário fatalmente os tribunais superiores o julgarão de acordo com o entendimento que seguem sobre o tema. Acontece que a distinção entre o que sejam atividades-meio e atividades-fim das empresas e instituições é, muitas vezes, nebulosa e controversa, e é nas brechas dessa indefinição e desse vazio legal que a terceirização tem se expandido no Brasil, trazendo, via de regra, a precarização dos direitos sociais e trabalhistas. E mesmo quando a terceirização é amparada por leis específicas, caso dos serviços temporários, e de vigilância, limpeza e conservação, tal precarização também ocorre, não só porque estes setores são formados por trabalhadores de condição social vulnerável, mas pela forma como se efetivam os contratos de terceirização. Na administração pública, por exemplo, cada vez mais premida por imperativos de contenção e rígidos controle de gastos, tais contratos são, muitas vezes, definidos somente pelo parâmetro do menor preço proposto pelas empresas fornecedoras de mão-de-obra, sem se levar em conta sua capacidade técnica de adimplir os serviços contratados e sua idoneidade moral. Vencendo as licitações pelo menor preço, às vezes até com preços inexequíveis, as empresas fornecedoras de mão-de-obra garantem seu lucro com o menor gasto possível com seus funcionários, isso quando não fecham simplesmente as portas e desaparecem, deixando centenas de trabalhadores sem seus direitos. O próprio Judiciário trabalhista conta com milhares de trabalhadores terceirizados nas atividades de limpeza, vigilância e conservação, e, em 2011, cerca de 300 funcionários da copa e limpeza do Palácio do Planalto enfrentaram meses de dificuldades para receber as verbas de sua rescisão quando a empresa que os contratava deixou de atuar junto à Presidência da República. Assim, também é fato incontroverso que a terceirização é uma realidade econômica e social. Triste realidade para os trabalhadores. O discurso liberal apresenta essa realidade como algo inevitável, fruto de inescapáveis tendências de desenvolvimento tecnológico e de métodos mais modernos e eficazes de gestão institucional e empresarial. Na verdade, a terceirização, enquanto inegável desorganização do mercado de trabalho e derruimento dos patamares mínimos de direitos dos trabalhadores, é fruto de escolhas macro-políticas, tomadas ao nível dos principais centros de poder do capitalismo internacional. A principal questão foi a maneira como os EUA reafirmaram, a partir da década de 1980, sua hegemonia mundial, ameaçada pela crise energética dos anos 1970 e, principalmente, pelo imenso déficit interno no seu balanço de pagamentos, gerado pelos gastos militares excessivos com a corrida armamentista da Guerra Fria e pela política fiscal ultraliberal que se recusava a taxar o grande capital e propriedade. Os ajustes macro-econômicos empreendidos pelos EUA para fazer frente a essas ameaças, por meio das flutuações das taxas de cambio e juros, trouxeram a expansão descontrolada e a hegemonia do sistema financeiro privado internacional. O sistema econômico internacional definido em Bretton Woods, após a II Guerra Mundial, pretendia a “domesticação” do sistema financeiro e sua submissão aos interesses da produção e do comércio: o capital financeiro seria importante, mas não essencial, sua função seria a de incrementar a produção e o comércio. E esse predomínio da produção e do comércio estava umbilicalmente ligado à assunção, pelo Estado, da função de promover, dentro do capitalismo avançado, o bem-estar e a regulação da sociedade civil – algo que o mercado, por si, não cumpre. Os corolários dessas políticas de bem-estar eram o crescimento econômico e a busca do pleno emprego, tido como direito do cidadão – para tanto, o cambio controlado e os juros baixos eram cruciais. A questão é que os EUA nunca aderiram plenamente a esse esquema, e a “domesticação” do sistema financeiro foi sendo solapada, desde a década de 1970, até se acabar de vez na década seguinte. Com os bancos hegemônicos e os juros nas alturas, as condições de financiamento dos Estados ficaram dramáticas, agravadas pela evasão tributária estimulada pelos paraísos fiscais – que concentram hoje, segundo o FMI, metade do fluxo financeiro internacional, numa combinação perversa de evasão fiscal das grandes empresas e de dinheiro da criminalidade. E também o setor produtivo foi afetado pelo aumento da competitividade internacional e pela prevalência da renda financeira sobre a produtiva. A resposta foi a transformação gerencial e tecnológica na qual a desestruturação trazida por fenômenos como a terceirização se insere. Seria inevitável, então, que as empresas, sob o peso da competitividade e da pressão financeira aderissem a uma reestruturação produtiva que fatalmente corta postos e direitos trabalhistas? Não. É possível, sim, que a modernização produtiva e tecnológica na economia mantenha-se compatível com padrões de equidade distributiva na sociedade. Alemanha, Coréia, Japão (de onde, aliás, saiu o toyotismo, modelo produtivo alternativo ao fordismo/taylorismo típico do estado de bem-estar, sem que isso acarretasse graves desequilíbrios sociais como em outras partes), são países em que a presença de políticas financeiras e econômicas, determinadas a partir da integração e negociação, dentro do aparelho do Estado, de bancos, grandes empresas e sindicatos, têm logrado tal compatibilização. São países de capitalismo organizado e não de capitalismo selvagem, como o Brasil. A consequência da aprovação de um projeto como o PL 4330 será o aprofundamento desse capitalismo selvagem. Se é necessário, realmente, regular a terceirização, é para estabelecer-lhe limites mais estritos e não para transformá-la em regra. Mas tudo indica que liberar completamente a terceirização é o objetivo de boa parte do grande capital que, como tal, tem larga disponibilidade para financiar campanhas políticas e, assim, garantir apoio parlamentar seguro a seus interesses. E o PL 4330 tem transcorrido, até agora, sob parca divulgação da grande mídia, malgrado seu potencial de impacto na sociedade. E isso num momento em que a velha e mal resolvida questão dos direitos sociais, da desigualdade social e da insatisfação que ela gera, foi dramaticamente colocada em pauta pelas recentes manifestações de protesto em todo país.


RESIDENCIAL PINDARÉ RECEBE 1ª EDIÇÃO DO AÇÃO SAÚDE & CIDADANIA

Aconteceu neste sábado mais um mutirão de atendimento médico realizado pelo Dr. Alexandre Colares em parceria com a Assembleia de Deus e a Associação de Moradores do Residencial Pindaré e colaboradores: Dr. Resplandes II, e enfermeiras convidadas, além da odontóloga Drª Cristine. O atedimento ambulatorial foi feito na Unidade Móvel gentilmente cedida pela Prefeitura Municipal de Tufilandia. Desta vez foi esta ação ganhou uma marca, nome e slogan, Ação saúde e Cidadania na Comunidade com o slogan " A Renovação Começa com Saúde e Cidadania"
A Ação realizou mais de 1000 atendimentos ambulatoriais, com consultas e medicamentos, extração, limpeza e obturação de dentes, além disso ainda houve palestras educativas com a Dr. Priscila Moreira, videoteca com filmes para o público infantil.
Foram realizadas visitas para diagnosticar a realidade dos moradores do Residencial Pindaré, muitos foram os depoimentos, é o projeto Conversando com Pindaré, muitos foram os depoimentos, estivemos acompanhando nas visitas, entre outros, Marcus Salgado, Drª Sâmia, Elismar Mendes, Maria Ioneide, Lucimar e Babica.b Antes de começar os atendimentos na Assembleia de Deus, aconteceu um momento de oração e algumas falas. 
A senhora Edna destacou: "Dr. Alexandre seu trabalho  é conhecido e bastante solicitado, tanto que quando falei da nossa parceria para este mutirão, todos ficaram ansiosos por este dia, você ver pela receptividade da comunidade. Estou muito honrada com esta realização, e estarei junto com a nossa igreja, sempre à disposição" Encerrou.
O Dr. Osmar Resplandes II destacou que é gratificante o trabalho realizado pelo Dr. Alexandre "Este trabalho é mais uma vitória, salvar vidas é uma missão nossa enquanto médicos e que nos recompensa é Deus, parabéns Dr. Alexandre", Já o Dr. Alexandre se reportou a continuidade do mutirão," Precisamos expandir esse trabalho, temos uma equipe grande, capacitada e com grande potencial para atender muito mais, a nossa comunidade precisa desse atendimento de saúde. Para mudar a realidade e amenizar  o sofrimento das pessoas, e faço isso porque é um propósito meu, cuidar da saúde daqueles que precisam mais"
Várias equipes se revesavaram no atendimento, visitas, palestras, videoteca, recepção, aferição da pressão. 
O Dr. Alexandre anunciou um mutirão ainda maior, em estrutura para o próximo dia 09 de Maio, véspera do dia das mães. Veja mais fotos:


sábado, 11 de abril de 2015

MULTIRÃO AÇÃO SAÚDE E CIDADADANIA NO RESIDENCIAL PINDARÉ


ATENDENDO A SOLICITAÇÃO DOS MORADORES DAS COMUNIDADES MAIS HUMILDES PARA QUE O ATENDIMENTO FOSSE REALIZADO NOS BAIRROS DO MUNICÍPIO DE PINDARÉ O DR. ALEXANDRE COLARES E A EQUIPE TÔ CONTIGO ,TÔ DE BÕA JUNTAMENTE COM A ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO RESIDENCIAL PINDARÉ E ADJACÊNCIAS, REALIZAM NESTE SÁBADO, O MUTIRÃO AÇÃO SAÚDE & CIDADANIA NA COMUNIDADE.  NA ASSEMBLEIA DE DEUS MADUREIRA. ATENDIMENTO COM  SERVIÇOS DE SAÚDE, COM VÁRIOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE, COM A PRESENÇA DOS MÉDICOS DR. ALEXANDRE COLARES, OSMAR RESPLANDES, PALESTRAS EDUCATIVAS, ASSISTÊNCIA A CRIANÇAS COM BRINCADEIRAS, BRINQUEDOTECA, VIDEOTECA, COM VÁRIOS FILMES E DIVERSÃO, NOÇÕES DE SAÚDE E OUTROS SERVIÇOS SOCIAIS.
COM O MUTIRÃO, NÃO HAVERÁ  ATENDIMENTO NO SITIO DO DR. ALEXANDRE, TODOS SERÃO REALIZADOS NO BAIRRO.
NO DIA 09 DE MAIO O MUTIRÃO AÇÃO SAÚDE & CIDADANIA NA COMUNIDADE ACONTECERÁ EM UM LOCAL CENTRAL NA SEDE, COM GRANDE PROMOÇÃO DE SERVIÇOS SOCIAIS, ALÉM DE ATENDIMENTO NA SAÚDE. VALE APENAS AGUARDAR. ENFATIZA A COORDENAÇÃO. "A RENOVAÇÃO COMEÇA COM SAÚDE E CIDADANIA"

terça-feira, 7 de abril de 2015

PPS DE PINDARÉ SOB NOVA DIREÇÃO



Paulinho novo presidente do PPS
O PPS em Pindaré tem nova diretoria. O Partido que é presidido no estado pela deputada Federal Eliziane Gama, está com uma nova diretoria no município, trata-se do grupo de jovens militantes que faziam parte do PSC nas eleições passadas. O grupo votou na deputada na ultima eleições e como compromisso recebeu a sigla que já tem uma diretoria e está com uma campanha de filiação. Muitos militantes estão ingressando no PPS que teve alguns nomes conhecidos como candidatos na eleição de 2012, como: Nenem, Mariluce e Toninho, mas não elegeu nenhum, o trabalho agora é para formar uma força capaz de eleger vereadores e colaborar no futuro com a eleição e o governo daquele que o partido julgar melhor para o município de Pindaré, que está segundo eles, está abandonado, precisando de alguém com uma visão de renovação na política e no jeito de conduzir a administração pública. 

Entrevista ao Conexão Cosme sat
Em entrevista ao nosso blog o presidente da sigla no município Paulo Cesar, o Paulinho, juntamente com o vice Walmir Trindade, aproveitaram para formular o convite àqueles que têm interesse em iniciar uma caminhada com o objetivo de contribuir com novos projetos políticos e sociais desencadeados pelo partido para ajudar o município “estamos observando o quadro político, para debater com os filiados qual o melhor caminho a seguir, reorganizando o partido, montando projetos sociais e filiando
pessoas que agregue essas ideias para o novo diretório” finaliza. O Partido participara de uma reunião estadual em São Luís no dia 09 de Abril.

Paulo e Cosme Sat, encerrando a entrevista

sábado, 4 de abril de 2015

FELIZ PÁSCOA!



Páscoa é tempo de renovação

Meus sentimentos nesta época mais importante para o cristianismo é de transmitir uma mensagem que realmente chegue na mente e no coração de cada um pindarense e leitores de toda região que prestigiam nosso blog, que com humildade, ajuda nossa gente a refletir sobre questões do cotidiano.

"Que o ato de relembrar o símbolo da cruz e o comemorar a RESSURREIÇÃO desperte em todos nós o desejo de crescer como indivíduo, como profissional, como amigo, como cristão... Cada dia é um presente único e deve ser vivido intensamente, buscando uma vida melhor, sem demagogia, sem paternalismo, sem politicagem, mas cada um de nós, dando sua contribuição . Procuremos, efetivamente, seguir a mensagem de amor, de retidão deixada pelo grande exemplo que foi JESUS. Que em nossa imperfeição possamos melhorar a cada dia para superarmos os obstáculos com dignidade.Que as belas mensagens enviadas sejam fixadas em nossas mentes e em nossos corações para todo o sempre e não se esgotem no domingo de Páscoa."

Viver a ressurreição é ser capaz de mudar, é partilhar a vida na esperança, é lutar para vencer toda sorte de sofrimento. A Páscoa é possibilidade de redenção dos pecados e dos erros por meio da ressurreição interior.  É ajudar mais gente a ser gente, é crer na vida que vence a morte. É dizer sim ao amor e a vida, é investir na fraternidade, é vivenciar a solidariedade. É renascimento, é recomeço, é uma nova chance para melhorarmos "Como aos apóstolos assustados na tempestade, Cristo repete aos homens de nosso tempo: “Coragem, sou eu, não tenhais medo!” (Mc 6,50) " Lembre-se “A páscoa não é só hoje, a páscoa é todo dia” 
Feliz Páscoa a todos!

"SOU CRISTÃO" MAS NEM SEMPRE RESPEITAM



Neste sábado Santo façamos uma reflexão.

Mesmo com o a igreja orientando os fieis sobe a importância do silêncio na Semana Santa, parece que será uma tarefa difícil pedir respeito no feriado santo. Pessoas que se declaram católicas insistem em antecipar as festas da páscoa, que é quando os cristão comemoram a ressurreição de Jesus Cristo. Houve barulho nas ruas anunciando a chamada malhação do “Judas” em pleno momento em que acontece e celebração da paixão e procissão do senhor morto. Apesar de ser um único feriado no ano que a igreja pede, silêncio, abstinência, jejum e oração as pessoas não conseguem respeitar essas orientações. Assim o padre Ramos lembra num trecho:

Como pastor das ovelhas católicas de Pindaré Mirim, faço, com muito zelo e cuidado, considerações sobre o sentido e finalidades inversos dado a esse tempo. Falo do uso dos termos Paixão, Aleluia e Páscoa, usados para finalidades que não condiz com o verdadeiro sentido, por exemplo, “baile de aleluia”, “festa de páscoa”, e que em alguns casos até interferem na vivência daqueles que buscam o verdadeiro sentido, ou seja, podendo realizar eventos usando estes termos nos mesmos horários e datas das celebrações religiosas, interferindo de forma direta quando tais eventos são próximos aos lugares de celebrações. E aqui relembramos essa tal de malhação do Judas. Será que já pararam pra pensar, se não estão agindo com Jesus da mesma forma que o Judas e ainda assim, se dizem cristãos? Neste sentido, aproveito para convidar àqueles que assim agem para fazer a experiência de participar desse momento de fé que acontece uma vez por ano. Ainda há tempo hoje é o grande dia da vigília pascal, a partir das 8 horas na matriz. Fogo novo, lembrança da história da criação, a caminhada do povo de Deus e a ressurreição de Cristo que vence a morte!
 


REALIZADA A PESQUISA PARA CONSTRUÇÃO DO INVENTÁRIO DA OFERTA TURÍSTICA DE PINDARÉ

  Este inventário sobre a oferta turística no município faz parte do Plano de Ação do Departamento Municipal de Turismo.   A Equipe/Grupo d...